O que você vai fazer no Natal?

O fim do ano se aproxima e no mês de dezembro chega aquela que, a meu ver, é a época mais esperada do calendário gastronômico do povo brasileiro. A esperança de uma mesa farta (o que deveria ser regra em todos os lares brasileiros) mexe com as nossas 'bichas' e deixa o pessoal com água na boca só de imaginar o previsível - mas nem por isso menos apetitoso - cardápio (muitos compostos por recitas tradicionais familiares).
É em dezembro que, principalmente as gordinhas (como eu) esquecem as promessas de uma dieta definitiva e entregam-se ao prazer de comer. E o bom é justamente isso: comer sem culpa, amparada pelo clima de confraternização em torno da mesa. Não importa se você é cristã e celebra o Natal sob uma ótica cheia de simbologias ou se você encara tudo isso de maneira mais socialista; chegou dezembro e todo mundo (sem exceção) pensa nas guloseimas.
O que você pretende fazer/comer na sua ceia de Natal?
Vai aderir a alguma nova receita? Vai embarcar na onda da utilização de matérias-primas orgânicas nas receitas ou vai desenterrar o valioso caderninho de receitas da sua avó?

Por enquanto, vou deixar umas fotos pirracentas, com a única intenção de provocar a sua 'bicha' e desencorajá-la de seguir o padrão "pau-de-virar-tripa-Bündcheniano-antes-da-maternidade".

Nota: Se você é de Portugal eu explico: 'bicha' é o termo popular utilizado para descrever uma gula desmedida, atribuída a alguma verminose, ainda que não diagnosticada pelo médico. Aqui no Brasil é comum culpar a coitada da 'bicha' pela gula do comensal.

Halloween ou Folclore Brasileiro?

Quando eu era criança não ouvia falar em Halloween, a não ser nos filmes onde apareciam crianças fantasiadas enfeitando abóboras e pedindo doces de porta em porta. Para ser sincera, não sei dizer desde quando essa comemoração (típica no Reino Unido, na Irlanda, nos Estados Unidos e no Canadá) se incorporou ao calendário brasileiro (ainda que não-oficialmente).
Ao que parece, as escolas de idiomas ajudaram a divulgar o Halloween (Dia das Bruxas) por aqui - e pelo visto, as crianças adoraram (muitos docinhos, fantasias, enfeites...) e, sabem como é brasileiro (adora uma festa) e para que o tema tomasse as ruas comerciais foi "num pulo".
Eu sou do tempo em que aprendíamos na escola sobre as principais lendas brasileiras. Era o Folclore, que tinha até seu dia: 22 de agosto.
Se você esqueceu quais eram os principais personagens das lendas folclóricas brasileiras ou quer contá-las para filhos ou sobrinhos, aqui estão:

Boitatá
Representada por uma cobra de fogo que protege as matas e os animais e tem a capacidade de perseguir e matar aqueles que desrespeitam a natureza. Acredita-se que este mito é de origem indígena e que seja um dos primeiros do folclore brasileiro. Foram encontrados relatos do boitatá em cartas do padre jesuíta José de Anchieta, em 1560. Na região nordeste, o boitatá é conhecido como "fogo que corre".


Boto
Acredita-se que a lenda do boto tenha surgido na região amazônica. Ele é representado por um homem jovem, bonito e charmoso que encanta mulheres em bailes e festas. Após a conquista, leva as jovens para a beira de um rio e as engravida (safadinho...). Antes de a madrugada chegar, ele mergulha nas águas do rio para transformar-se em um boto ("espertinho"...).


Curupira
Assim como o boitatá, o curupira também é um protetor das matas e dos animais silvestres. Representado por um anão de cabelos compridos e com os pés virados para trás. Persegue e mata todos que desrespeitam a natureza. Quando alguém desaparece nas matas, muitos habitantes do interior acreditam que é obra do curupira.


Lobisomem
Este mito aparece em várias regiões do mundo. Diz o mito que um homem foi atacado por um lobo numa noite de lua cheia e não morreu, porém desenvolveu a capacidade de transformar-se em lobo nas noites de lua cheia. Nestas noites, o lobisomem ataca todos aqueles que encontra pela frente. Somente um tiro de bala de prata em seu coração seria capaz de matá-lo.


Mãe-D'água
Encontramos na mitologia universal um personagem muito parecido com a mãe-d'água : a sereia. Este personagem tem o corpo metade de mulher e metade de peixe. Com seu canto atraente, consegue encantar os homens e levá-los para o fundo das águas (danadinha...).


Mula-sem-cabeça

Surgido na região interior, conta que uma mulher teve um romance com um padre. Como castigo, em todas as noites de quinta para sexta-feira ela é transformada num animal quadrúpede que galopa e salta sem parar, enquanto solta fogo pelas narinas.
Saci-Pererê
O saci-pererê é representado por um menino negro que tem apenas uma perna. Sempre com seu cachimbo e com um gorro vermelho que lhe dá poderes mágicos. Vive aprontando travessuras e se diverte muito com isso. Adora espantar cavalos, queimar comida e acordar pessoas com gargalhadas.


Você sabia que...

- Desde 2005, no dia 31 de outubro comemora-se o Dia do Saci? Em São Paulo, o dia tornou-se oficial em todo o Estado através da Lei nº 11.669, de 13 de janeiro de 2004. Essa comemoração tem o objetivo de resgatar figuras do folclore brasileiro, em contraposição ao Halloween.
- Existe uma sugestão de que o mascote da Copa do mundo de futebol de 2014 seja o Saci?
Antes que façamos piadinhas sobre o fato de o personagem ter apenas uma perna, o economista e "saciólogo" Mário Cândido da Silva Filho da ONG Sosaci (Sociedade dos Observadores do Saci) diz: "Tivemos grandes ídolos do futebol [com problemas nas pernas] como o Garrincha. Talvez com uma perna só o Saci consiga fazer muitas coisas que outros não conseguem com duas." O Saci tem concorrente va candidatura a mascote: o Pelezinho.

Reaquecer o amor? Como?

Taí uma boa pergunta. Alguém por acaso tem a resposta?
Vou ser bem sincera, não vou brincar de Revista Nova (que por sinal, de uns 10 anos pra cá, só sabe publicar "manuais" de sexo - às vezes penso que são tutoriais de grande valia para quem deseja se profissionalizar... se é que vocês me entendem...), até porque algumas coisas não se ensinam; é preciso aprender na prática - e às vezes dói (já pensaram bobagem, né?).
Os anos passam, a convivência diária traz com ela a rotina e aquele "fogo" do começo já não é tão constante. Isso é inegável, é real! Mas o que fazer para não deixar que tudo esfrie e culmine no "The End"?
Falo depois de 3 divórcios (apesar disso acredito no amor verdadeiro mas, posso falar sobre rotina e fim de relacionamento - o tal conhecimento de causa) e um atual relacionamento estável (muito gostoso há 1 ano e 7 meses). Não vivo em Lua de Mel constante; de vez em quando um dos dois dorme no sofá (muito fofinho por sinal) - o "ficar de bem" é a melhor parte: aquele sorriso que escapa, os corpos que se aproximam e aí já sabe... (podem pensar bobagem...).
Mulher é chata, é complicada, eu assumo! Minhas amigas homossexuais que me desculpem mas eu não tenho a menor paciência com mulheres e talvez por isso eu seja heterossexual assumida.
Com homens tudo é mais simples: eles não debatem tanto quanto nós. Um "tá bom" encerra o assunto (ainda que nós, mulheres insistamos em dar a última palavra). Para eles, o monólogo feminino uma hora acaba e a vida segue...
Reclamamos muito (da toalha molhada no lugar errado, da jaqueta jogada no sofá, dos livros fora do lugar, do copo "esquecido" em cima da mesa, etc, etc, etc...) mas já imaginou quantas manias chatas nós temos? Faça uma lista mental das suas reclamações diárias.
Alguém tem de ceder mas que essa tarefa não recaia somente sobre um dos dois. Procurem um ponto de equilíbrio, abra mão de algumas manias - isso vale também para o bonitão que pensa que a mulher tem obrigação de sentir o cheiro o Marlboro dele impregnado nos cabelos, na pele, nas roupas (ser casada com um cinzeiro não deve ser fácil...).
Não adianta ir a uma sex shop e comprar aquela fantasia bizarra de cachorra vira-lata do abrigo de animais (com rabinho e orelhinhas) - geralmente os homens ficam envergonhados quando se deparam com esse tipo de coisa e aí já sabe... (podem pensar besteira...). O sexo com prazer é consequência de um dia-a-dia de convivência gostosa (por exemplo, a gentileza do começo do namoro pode ser cultivada - ou é muito difícil?).
Eu sei que muitas chegam em casa cansadas mas que tal um banho gostoso a dois antes de dormir? Hein?



Gagueira não tem graça. Tem tratamento.

Para quem não sabe, hoje, 22 de outubro é o Dia Internacional de Atenção à Gagueira.
Quantos de nós já não se atrapalhou com as palavras num momento de tensão (falar diante de muitas pessoas ou diante da pessoa por quem se está apaixonada, na hora de pedir um aumento ao chefe...)? Mas quantas crianças também são motivo de chacota nas escolas por causa da gagueira?
Muitas mães acessam o blog e algumas podem ter filhos enfrentando esse tipo de problema.
Se a criança tem gaguejado em demasia é bom levá-la a um fonoaudiólogo para que, se for o caso, possa ser iniciada uma terapia. Quanto mais cedo o diagnóstico e o tratamento, maiores são as chances de devolver a fluência ao paciente. Isso é fato.
Eu me lembro de uma prima minha que tinha um filho gago, o Fabinho. Coitado do menino... além de ser ridicularizado na escola e na rua onde morava, ele era xingado pela própria mãe que achava que a gagueira do menino era artifício para chamar a atenção.
Nunca me esqueço de um dia em que ele chegou em casa triste porque dizia que não era "normal" como as outras crianças. Minha mãe o levou à uma fonoaudióloga e (depois de passar um belo sermão na mãe dele) exigiu que minha prima prosseguisse com o tratamento. O Fabinho é hoje um homem de 27 anos e fala perfeitamente - só se enrola mesmo se for se declarar para alguma garota...
No site do Conselho Regional de Fonoaudiologia tem algumas dicas para lidar com a pessoa que sofre de gagueira:
* Não pressionar
* Não interromper ou corrigir, principalmente na frente de estranhos (Com certeza não é de bom tom...)
* Não zombar (Programas de tv poderiam ser proibidos de exibirem personagens gagos como alvo de risos. Acorda Zorra Total e outras tranqueiras do gênero!)
* Não bater, beliscar ou empurrar (Alguém faz isso para a pessoa gaga "desengasgar"?)
* Não transparecer nervosismo / impaciência diante da situação de fala (Confesso, acho difícil...)
* Não completar o que a pessoa está dizendo
Se você conhece alguém que passa por este problema ou alguém que tenha familiares ou amigos nessa situação, indique o site do Instituto Brasileiro de Fluência. Lá tem várias dicas sobre o tema, além de downloads gratuitos de livros e indicação de locais para tratamento gratuito.

Sílvio Santos: O gago que hoje é considerado o maior comunicador da TV brasileira.

Você gosta de Novela?

Não sou nem um pouco fã de novela mas ontem, enquanto esperava o fim do download de um filme, resolvi espiar a novela da Globo - aquela, que tem Taís Araújo como protagonista. Pelo amor de Santa Clara, que novela ruim!
Pra começar, é de Manoel Carlos. Então, os clichês de sempre: protagonista chamada Helena, Rio de Janeiro, Leblon, marido metido a esperto traindo a esposa que não desconfia de nada, conflito entre pais e filhos...
A novela termina e eis que a chata aqui se depara com mais um clichê de Manoel Carlos: depoimento de um anônimo (em qual outra novela dele isso aconteceu também?). Na hora, eu e o namorido caímos na gargalhada enquanto líamos a transcrição de algumas palavras ditas pela depoente. A mulher falava sobre a luta para manter o peso (peraí... isso aí é clichê de Josy Marmello!) e a "competentíssima" Rede Globo me transcreve: "Mantém o peso a quase 7 anos".
Opa! Se está mencionando tempo, o correto é "há quase 7 anos" ou não?
Sim, a gordinha chata aqui tem razão viu? Tanto é que hoje, alguém do hotmail também se atentou à gafe da emissora e mencionou o deslize na seção entretenimento do portal msn. Ah Globo, faça-me o favor...

Eu só ando chata com novela há alguns anos. Lógico que já assisti novela, mas quando eu era pivete...
Quem não se lembra do detetive Mário Fofoca (Luis Gustavo) de Elas por Elas? E do pão-duro Nonô Correia (Ary Fontoura) de Amor com Amor se paga?

Sinônimo de "pão-durice", Nonô Correia tinha até cadeado na geladeira!

Tenho até hoje o vinil com a trilha sonora internacional de A Gata Comeu. Na trama, a rica e mimada Jô Penteado (Christiane Torloni) e o professor Fábio (Nuno Leal Maia) se conhecem numa excursão, vão parar numa ilha deserta e se detestam mutuamente (na frente dos outros).

Adorava o mistério do lobisomem de Roque Santeiro - aquela novela do Sinhozinho Malta e da Viúva Porcina... aliás, ela foi um ícone da cafonice e serviu de inspiração para muitas mulheres que viveram os anos 80 (aquele laço na cabeça... pelamordedeus!).

Me diverti com a personagem Tina Pepper (Regina Casé) em Cambalacho - ela era uma trambiqueira que se vestia como Tina Turner e que dublava um playback cantado por sua mãe (interpretada pela falecida atriz Consuelo Leandro).

Tina Pepper: Ela foi desmascarada pelo uso do playback muito antes de Milli e Vanili

Adorei Ti-ti-ti (aquela protagonizada por Reginaldo Faria e Luis Gustavo, em que eles eram estilistas rivais) porque mostrava o mundo da moda. Além de mostrar Barbies usando os protótipos das criações, a novela ainda lançou o batom Boka Loka, que na época foi um estrondoso sucesso de vendas (lógico que eu pedi para a minha mãe comprar!).
Coincidência ou não, nenhuma das novelas que gostei era de Manoel Carlos. Com o perdão da palavra, ele é um pé no saco.

Batom Boka Loka: Você usou? Eu usei!

P.S: Obrigada Téia, por ter observado que o ator que interpretou Mário Fofoca e Victor Valentin era o Luis Gustavo, e não Cássio Gabus Mendes como eu havia escrito inicialmente. A correção foi feita e desculpem!

Mulher também ama carro

Eu não gosto muito de dirigir mas sou apaixonada por carros antigos. Se existisse mesmo aquela coisa de escrever cartinha para o Papai Noel e ser atendida, com certeza eu pediria um carro novo para ele. Mas quando falo em carro novo, não falo nesses carros modernos, mas num desses clássicos que me fazem perder o fôlego.

1. Impala SS 1967
Esse carro é maravilhoso. Prestaram atenção no câmbio? Dá para mudar as marchas com uma facilidade... E o porta-malas então? Dá até para levar o marido dentro (se ele for do tipo que dá pitacos em como você dirige)!

2. Cadillac Eldorado 1953Sem palavras... Esse carro é lindo, chiquérrimo, super potente, um clássico. Fala por si só...

3. Ford MustangAqui, é um modelo 1965 com algumas modificações. Imagine só o quanto essa beleza corre numa boa estrada... então é bom tomar cuidado, viu? E, vidros fechados para não estragar o penteado...

4. Ford Maverick 1972Esse carro é simplesmente lindo. E o interior dessa belezinha? Dá até gosto dirigir quando se tem um carro desses na garagem.

5. Impala 1959Diga se você recusaria um desses. Entendeu de onde tiraram o termo "cauda de peixe"?

6. Ford Thunderbird 1957Em dias ensolarados, basta abaixar o teto e sair por aí com seu lencinho e seus óculos-gatinho. Tem coisa mais bacana?

Pois é... se eu tivesse uma grana sobrando, juro que compraria uma dessas maquininhas. Mas teria que ter muita grana porque o que elas consomem de combustível não deve ser brincadeira.

Juiz americano é contra casamentos inter-raciais

Essa notícia foi dada pela BBC e me deixou boquiaberta.
Um juiz chamado Keith Bardwell, do Estado de Louisiana (no sul dos Estados Unidos) tem se recusado a fazer casamentos inter-raciais segundo ele porque "crianças filhas destes casamentos inter-raciais não são prontamente aceitas nas comunidades de seus pais". Ele acrescenta que "Existe um problema com os dois grupos na aceitação de filhos de um casamento como este" e que ele não quer ser responsável por isso.
O mesmo juiz, que há quase 35 anos realiza casamentos, afirma saber o que está dizendo já que, "a maioria dos casamentos inter-raciais não duram muito" (palavras dele). Será?
O juiz Keith Bardwell também afirmou que tem "amigos negros aos montes", mas simplesmente não acredita na "mistura de raças". "Eles vem à minha casa, eu os caso, eles usam meu banheiro. Trato-os como todo mundo."

Uma advogada da União Americana das Liberdades Civis, uma organização não-governamental descreve a atitude como "intolerância racial" e cita uma decisão da Suprema Corte americana, de 1967, que estabeleceu que "o governo não pode dizer às pessoas com quem elas podem ou não podem se casar".

Só lembrando: o presidente dos Estados Unidos é fruto de um relacionamento inter-racial entre uma mulher branca norte-americana e um homem negro do Quênia. Quando Obama nasceu, o casamento inter-racial era considerado crime nos Estados Unidos, o que obrigou seus pais a irem para o Havaí (onde havia permissão para casamentos inter-raciais). O que ele, como presidente, teria a dizer sobre este assunto?

Nesta foto, o ex-tenista alemão (e nº1 do mundo), Boris Becker, sua primeira esposa Barbara Feltus e seus dois filhos. Na época o casamento causou polêmica na Alemanha e ele decidiu sair do país com a família.

Na foto ao alto, o cantor inglês Seal* e sua esposa, a top model alemã Heidi Klum (com quem teve recentemente o 3º filho).
* Seal é filho de nigerianos e neto de brasileiro.


Vergonha do que?

É impressionante o que as pessoas fazem por 15 minutos de fama. Cada vez mais eu me convenço de que o senso do ridículo caiu por terra; não existem mais pudores, nem respeito. Tudo se resume a um escracho e o pior: existe público consumidor para todo esse lixo.
Exemplos não faltam. É aquela fulaninha de tal, vinda não sei de onde, que se dispõe a viver num cativeiro supervisionado por dezenas de câmeras (e em troca de 1 milhão de reais vale tudo, inclusive levar o Brasil para dentro do chuveiro ou para debaixo do edredon). Revoltante é saber que milhões vão perder tempo assistindo, que a mídia de qualidade duvidosa vai dedicar espaço para a divulgação dessas idiotices (vide o programa da Sônia Abrão que faz dos chamados realities shows sua pauta-mestra).
E o que dizer de uma garota vulgar que produz vídeos caseiros (e os posta no youtube) e é convidada por grandes emissoras para mostrar... o que mesmo? Ah, disseram que "ela canta" (tá bom...). Uma criatura dessas devia era estudar, aprender a ler, a falar, a se vestir, a se portar de maneira adequada. Mas infelizmente, a garotada percebe - com todos esses exemplos ridículos - que "dá mais dinheiro" ser mulher-fruta (dessas que se dizem amigas de jogadores de futebol e recheiam as revistas ginecológicas, ops, masculinas), montar um grupo de funk. E as "cachorras" têm mais disposição para suas danças (?) do que para os estudos.
A mais recente notícia fabricada da semana, trouxe ao noticiário português aquela "atriz" de talento duvidoso que mostrava os seios na novela Dona Beija, da extinta TV Manchete.

Aquela anta, num gesto um tanto grosseiro, tem a capacidade de permitir que veiculem um vídeozinho fuleiro em que se mostra cuspindo numa fonte em Portugal e fazendo piada com o intelecto dos portugueses.Que é isso minha gente? Uma imbecil daquelas vira notícia porque falou besteira e agora desperta nos portugueses retaliações em forma de comentários maldosos sobre a índole das mulheres brasileiras. Somos colocadas no balaio das devassas, rebaixadas à condição de glúteos frenéticos e de acompanhantes de turistas estrangeiros à procura de "diversão".
Isso aqui ô, ô, é um pouquinho de Brasil iá iá...

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