Um arraso! É assim que descrevo a festa de inauguração do Centro de Pesquisas Gastronômicas da querida Universidade Anhembi Morumbi, em parceria com a Nestlé.
Iniciativa brilhante e pioneira (é bom que se diga), o Centro vai ser uma referência acadêmica nas pesquisas sobre alimentação. Além de um laboratório super equipado, o Centro de Pesquisas Gastronômicas ainda conta com cozinhas experimentais (não menos equipadas) feitas especialmente para a prática de receitas pesquisadas por alunos e docentes integrantes do Centro, coordenado pelo Profº Dr. em História da Alimentação Ricardo de Albuquerque Maranhão (ou simplesmente Profº Maranhão, como é conhecido por todos).
Ontem, no evento, encontrei várias pessoas interessantes, queridas, amigos que não via há um certo tempo, amigos que vejo sempre e toda a panelinha efervescente da cena gastronômica paulistana (inclusive, presenciei alguns ataques de estrelismos de alguns "chefs de merda", com o perdão do termo mas é a verdade!).
Rosa Novaes lindíssima, com a simpatia contagiante de sempre, circulava por entre os convidados. O professor de Administração voltada à Gastronomia, Mário Oliveira (com aqueles olhos azuis de Paul Newman) não passava despercebido com aquele sorriso lindo. Chef Maurício Lopes (que leciona Cozinha Brasileira, Habilidades Básicas, Cozinha Clássica Francesa e tudo mais o que você precisa saber sobre Gastronomia) estava à paisana, muito discreto mas não menos charmoso (aquele ar austero dele é tu-do!). Chef Graziela Milanese era só sorrisos. Vivian Feldmann (uma das Chefs Patissiers da Universidade) também. Enfim, os sorrisos, os olhos brilhantes de cada um dos presentes contagiou a todos.
Alex Atala cercado pela legião de tietes estudantes de Gastronomia e gourmets presentes, alguns recém-formados aspirantes a estrelas (e presentes em editoriais da imprensa especializada), críticos gastronômicos...
E num cantinho, eis que encontro o discreto Chef Supremo Laurent Suaudeau, que era cumprimentado por alguns poucos reais gourmands e professores da instituição. Laurent sempre simpático, sempre cavalheiro. As crianças, lógico, nem imaginavam quem era aquele cara baixinho, de cabelos grisalhos.
A queridíssima Ana Paula Goulart de Andrade (sempre ela!) se debulhava em lágrimas e os meus olhos cor-de-mel brilhavam, reluziam, tamanha minha admiração por ele. A emoção é sempre grande quando o encontramos (é coisa de tiete mesmo, assumo!), afinal, ele é "O" cara!
Fotinhos? Várias, lógico! Depois passe também no blog da Ana (http://www.mamaequeroserchef.blogspot.com/) para conferir algumas.
Ao lado, Ana Paula Goulart de Andrade e meu querido xará Josimar Melo, crítico de gastronomia da Folha e do UOL (ao fundo, Profº Mário Oliveira e o coordenador do Centro de Pesquisas, Profº Ricardo Maranhão, provando alguns quitutes).
Inauguração do Centro de Pesquisas Gastronômicas da Universidade Anhembi Morumbi
quinta-feira, 25 de setembro de 2008 | Postado por Josy Marmello às 09:01 1 comentários
Confit de Canard para viagem
quarta-feira, 24 de setembro de 2008 | Postado por Josy Marmello às 12:45 2 comentários
Um dos meus favoritos em SP
Postado por Josy Marmello às 12:38 0 comentários
Lá vem o pato...
Postado por Josy Marmello às 12:16 2 comentários
Você sabe o que é caviar?
Os parentes pobres do caviar são as ovas de salmão da Dinamarca e a botarga, da Itália.Os russos têm a tradição mas é um franco-armênio chamado Christian Petrossian que domina o mercado. A casa Petrossian têm sedes em Paris e Nova York.
Caviar, não se mastiga, jamais. Caviar, apaixonadamente, se degusta com a língua. As pelotinhas vão de encontro ao céu da boca, onde devem se romper à compressão, liberando nas papilas um sabor incomparável, um microsuco picante que deve ser lavado, preferivelmente, com um gole imediato de vodka russa legítima e supergelada. Caviar não se come, nunca. Caviar, respeitosamente, se desfruta, em pouquíssimas companhias.
O caviar é servido sobre blinis (lâminas redondas de massa de farinha e leite) com um pouquinho de manteiga. Mas existem outras variações na hora de servir: clara e gema, cozidas, picadinhas; cebola crua, triturada; creme de leite, azedo; torradas frescas no lugar dos blinis.
Bebida para acompanhar? Se não for vodka (como manda a tradição), vale um champagne ou outro espumante de qualidade.
O serviço? Recipiente de porcelana ou prata onde você pode encaixar a latinha original (para ostentar mesmo!). Esse recipiente vai dentro de um maior que deve ser de prata (sempre!), com gelo picado para ajudar na conservação (detalhe: depois que a embalagem é aberta, não pode voltar à refrigeração). A colher do serviço deve ser também de prata.
E nunca (nunca mesmo!) consuma um caviar que não esteja gelado. Isso é tradição!
Indico o Petit Petrossian (da Petrossian), porções individuais de caviar de 12g cada, que vêm acondicionadas numa lata que é um mimo! A lata custa 395 dólares.
Postado por Josy Marmello às 11:40 0 comentários
As mentiras que as mulheres contam
terça-feira, 23 de setembro de 2008 | Postado por Josy Marmello às 16:22 0 comentários
Sorria, a vida é tão bela!
domingo, 21 de setembro de 2008 | Postado por Josy Marmello às 13:23 2 comentários
Sejam Bem Vindos ao Universo de Josy!
quinta-feira, 18 de setembro de 2008 | Postado por Josy Marmello às 15:39 0 comentários
Cansada
O cara que "inventa" um jeito "novo" de se cozinhar um ovo (Será que é aquele método do bar do seu Chico? Ovos coloridos - cor-de-rosa, azul, amarelo...), o cara que "cria a espuma" (e eu que pensei que espuma boa fosse aquela do Omo, ou a dos vinhos espumantes!)...
E tem aquele outro que não tinha o que servir ao cliente, misturou creme de leite à uma porção de cubos de gelatina Royal de vários sabores, foi todo pomposo à mesa do cidadão e sacou: "É Gelatèe Colorèe com Crème Fouetèe". No dia seguinte tinha fila de espera no restaurante só para provar aquela "invenção", virou capa de revista especializada, foi assunto nos corredores, não se falava em outra coisa...
Agora, nos cursos de Gastronomia você vê uma molecada que mal começou a fazer a barba ou que ainda está no segundo soutien "arrotando" num francês de bêbado uma porção de nomes que aprendem no GNT. Hilário isso... Uma molecadinha insolente que se recusa a varrer a própria cozinha onde pratica suas aulas. Cambada de porcos!
Postado por Josy Marmello às 11:39 1 comentários










